domingo, 10 de julho de 2011

Páginas de tecido, café derramado, rememórias, murmúrios e o silêncio!



Páginas de tecido revestidas, como abrigos que são, gotas de café derramado, rememórias de um fato qualquer, murmúrios descontínuos, sensações contidas ou ressentidas. A avenida tem um ar próprio e seu chão brilha um romantismo nostálgico. Aquele olhar teve significado, só bem sei. Mas quais reflexos do que você vê não terão repercussão em mim?
Pois o silêncio imperial traz a paz! Ah, o silêncio- altivo e magnânimo- traz em si muitas sabedorias que uma sociedade apressada não compreende. E temos pavor dele! Pavor de ouvir o que ele tem a dizer, pavor de realmente sentir algo novo, com todo o coração. E talvez, achar-se em casa.